Este BLOG é um espaço de expressão de nossos alunos leitores e também de divulgação do acervo da Sala de Leitura Monteiro Lobato da Escola Municipal 04.30.005 - Tenente General Napion.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Anne Frank - Li e recomendo




"Eu li e recomendo a leitura do livro ANNE FRANK", de Josephine Poole e Angela Barret  porque  é comovente.
Foi o melhor livro que eu li  em toda a minha vida.
A leitura nos faz imaginar o  terror que os judeus passaram na época do holocausto. Anne e seus pais eram judeus e por isso foram perseguidos e levados a um  campo de concentração, na Alemanha . Adolf Hitler era o ditador nessa época e  odiava os judeus.
Já indiquei a leitura desse livro para algumas pessoas e todas elas gostaram muito."
             Maria Helena da Costa Noé, aluna da turma 1903

Um pouco sobre Anne Frank

                                         Retrato da adolescente Anne Frank, vítima e testemunha do holocausto


Em 3 de abril de 1946, o mundo conheceu a tragédia de Anne Frank, que se tornou um dos símbolos do holocausto: artigo intitulado Kinderstem ("A voz de uma criança") publicado no jornal holandês Het Parool contava trechos do diário da menina que havia sido morta em campo de concentração.

Anne nasceu na Alemanha em 1929. Seu verdadeiro nome era Annelies Marie, mas todos em sua família a chamavam carinhosamente de "Anne". Ela era a segunda filha do casal Otto e Edith Frank. Sua irmã, Margot, era quatro anos mais velha.

As filhas do casal foram matriculadas em escolas locais, onde se saíram muito bem nos estudos: Margot demonstrava maior aptidão para matemática, enquanto Anne demonstrava maior interesse em leitura e redação.

No dia 12 de junho de 1942, quando completou 13 anos, Anne Frank ganhou de presente de seu pai um livro. Esse livro era o mesmo que estava na vitrine de uma loja em que ela e o pai passaram e que havia lhe chamado a atenção. Embora fosse um livro para autógrafos, Anne começou a usá-lo como diário quase que imediatamente.Nele, a jovem começou a registrar fatos corriqueiros na vida de qualquer adolescente. Pouco a pouco, Anne começou a registrar com freqüência cada vez maior as dificuldades enfrentadas pelos judeus por causa da ocupação nazista.
                                   Quer saber mais?
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REINAÇÕES DE NARIZINHO VOL. 1

Monteiro Lobato - Sítio Do Pica-Pau Amarelo - Vol 1 - Reinações de Narizinho

Monteiro Lobato


Um pouco da história da  literatura infantil brasileira.

                  
       
Monteiro Lobato e a  literatura infantil, um marco histórico

Hercília Maria Fernandes, em trabalho apresentado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, afirma que coube a Monteiro Lobato a tarefa de instaurar o “divisor  de águas” que separa o Brasil de ontem e o Brasil de hoje.

Ao fazer a herança do passado vigorar sobre o seu tempo, Lobato alcança “o caminho criador de que a literatura infantil estava necessitando”. Rompe, pela raiz, com as convenções estereotipadas e abre as portas para as novas ideias e as novas formas que o século passado exigia.

O autor estreia no gênero infantil em 1921, com a obra  A Menina do Narizinho Arrebitado, que abre caminhos para uma série de publicações de livros infantis, todos com ampla aceitação do público infantojuvenil, em torno da turma do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Com certo tempo e enriquecimento do fabuloso mundo lobatiano, o Maravilhoso passa a compor normalmente o Real e, em lugar de se tornar inverossímil, se “des-realizando”, o processo acaba sendo o contrário, isto é, “o inventado passa a ter foros de realidade”. Lobato, rompendo com os modelos extraídos da Europa, enfatizava a necessidade de se criar uma literatura infantil nacional em que as crianças pudessem “morar”. Em suas palavras:

“Ando com ideias de entrar por esse caminho: livros para crianças. De escrever para marmanjos já enjoei. Bichos sem graça. Mas para as crianças um livro é todo um mundo. 
Lembro-me de como vivi dentro do Robinson Crusoé, de Laemmert. 
Ainda acabo escrevendo livros onde as crianças possam morar. 
Não ler e jogar fora, sim morar, como morei no Robinson e n’Os Filhos do Capitão Grant”.

E Lobato fez muitas crianças morarem em seus livros, a partir dos anos 1920. Sua obra resiste às mudanças do tempo, alcançando a qualidade da eternidade. Desde 1926, o escritor teve seus livros traduzidos em vários países, entre eles: Alemanha, Argentina, Espanha, França, Síria; o que comprova que Lobato conseguiu unir ingredientes que permitiram a eternidade de sua criação. A fórmula é composta a partir da fusão da essência humana e universal com a sua busca pelo nacional, o que possibilita a passagem de suas obras para além-fronteiras do país e faz com que milhares de crianças habitem o fantástico mundo do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
A repercussão chega aos dias atuais, já que a turminha do Sítio voltou a morar na tela da televisão brasileira no início do século XXI.

A obra lobatiana na área infantil é vasta, engloba livros originais, adaptações e traduções. Nas publicações originais, destacam-se, além de A Menina do Narizinho Arrebitado,  O Saci (1921);  Fábulas e O Marquês de Rabicó (1922); A Caçada da Onça (1924);  A Cara de Coruja, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho e  O Circo de Cavalinho(1927);  A Pena do Papagaio e  O Pó de Pirlimpimpim (1930); As Reinações de Narizinho (1931);  Viagem ao Céu (1932); As Caçadas de Pedrinho e Emília no País da Gramática (1933); Geografia de Dona Benta (1935); Memórias de Emília (1936); O Poço do Visconde (1937); O Pica-Pau Amarelo (1939) e A Chave do Tamanho (1942).

As obras de Lobato, constituídas por narrativas aventurescas, desenrolam fatos fascinantes, personagens e celebridades que se originaram da criatividade lobatiana e na memória dos tempos, seja através da história, da tradição oral, das lendas e/ou dos mitos. Essa mistura de imaginário, conhecimentos e heranças histórico-culturais da humanidade expressa a originalidade da obra de Monteiro
Lobato, que busca redescobrir realidades estáticas, cristalizadas pela memória cultural, e dar-lhes nova vida, em meio às reinações do pessoal que vive no Sítio.
                 Fonte: Turma da Biblioteca/Multirio

segunda-feira, 18 de julho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

Sala de Leitura Monteiro Lobato


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