Este BLOG é um espaço de expressão de nossos alunos leitores e também de divulgação do acervo da Sala de Leitura Monteiro Lobato da Escola Municipal 04.30.005 - Tenente General Napion.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Novas aquisições!

Novidades!!!

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                                              I -   CONTOS DE MORTE MORRIDA
                                                                           Ernani SSó
                                                               Companhia das Letrinhas


            A Morte anda de preto, usa uma gadanha e nunca senta.Até dormir ela dorme de pé. Mas não se engane. Ela sempre acorda na hora certa. E a gadanha está sempre afiada...
Encontre com a morte em nove histórias do folclore, cheias de humor e movimento...

Eis aí a primeira:

                      A Morte e o Ferreiro                                                  

                                                     






Há muito tempo, quando os bichos falavam e o sol tinha fases como a Lua, dois reinos vizinhos entraram em guerra. 

Foram tantas as batalhas que a Morte quase se cansou de trabalhar. 

Levava gente da manhã à noite, mesmo aos domingos. 

Quando tudo terminou, sete anos depois, a gadanha dela tinha perdido o fio e quebrado a ponta.
Então a Morte procurou um ferreiro, numa pequena aldeia, perto do último campo de batalha. 
Ele era um homem valente, não se assustou ao ver a Morte parada na porta.
-Já chegou a minha hora?
-Não. Preciso dos seus serviços.
A Morte mostrou a gadanha.
-Precisa de uma lâmina nova -  o ferreiro disse.   -Vai demorar um pouco. Melhor a senhora se sentar.
-Eu nunca sento - a Morte respondeu.
Entregou a gadanha e ficou num canto, confundida com as sombras.
O ferreiro segurou a gadanha, sentiu o peso dela e disse:
-Parece uma gadanha comum.
-É uma gadanha comum, na mão dos outros - a Morte disse.
O ferreiro trabalhou a noite toda. 
Pela madrugada, a gadanha tinha uma lâmina nova. Chegava a brilhar de tão afiada e pontuda.
A Morte saiu das sombras, pegou a gadanha, examinou-a.
-Ficou muito boa, ferreiro. Quanto lhe devo?
-Nada
-Então, obrigada. Até outro dia.
-Espere aí. Quero um favor em troca.
A Morte esperou.
-Quero que a senhora me avise com antecedência. Para eu me preparar pra minha hora.
-Avisarei - ela disse sem nem virar, e sumiu na rua.
Anos e anos se passaram. O ferreiro nunca mais teve notícia da Morte.
Na verdade até esqueceu dela.
Uma noite, voltando pra casa, viu um brilho branco nas sombras. Eram os dentes da Morte sob o capuz preto. 
O ferreiro disse:
-Tudo bem? Veio me avisar?
-Não. Vim buscá-lo.
-Mas como?! A senhora prometeu que ia me avisar com antecedência.
-Eu avisei.
-Não recebi aviso nenhum.
-Seus cabelos ficaram brancos?
-Ficaram.
-Seu rosto se encheu de rugas?
-Sim.
-Suas pernas ficaram fracas?
-Ficaram. Estou até usando bengala.
-Suas costas encurvaram?
-Encurvaram.
-Então, ferreiro? Quantos avisos mais você queria?
-Mas velho assim eu posso morrer com oitenta anos, com cem ou cento e vinte.
 Um aviso desses não me serve.
Quero hora com lugar certos.
-Está bem. Dentro de sete dias, aqui no jardim - a Morte disse e sumiu.
O ferreiro ficou quieto, pensando. 
Sete dias não era muito.
Precisava se apressar.
Mas o ferreiro não se apressou. 
Nesses sete dias, fez o que sempre fazia, do jeito que sempre fazia. 
Apenas passou mais tempo com os netos, contando histórias.
Quando o prazo se encerrou, ele estava no jardim, à espera da Morte.
Ele não disse nada. 
Ela também não disse nada.
Foram andando juntos como velhos amigos.

QUER LER AS OUTRAS HISTÓRIAS?

PROCURE O LIVRO NA SALA DE LEITURA!





II- OS PEQUENOS GUARDIÕES
David  Petersen



Em um mundo hostil e repleto de predadores, os camundongos precisam lutar diariamente pela sobrevivência. Sua única proteção é a guarda , um grupo de bravos ratinhos que cuidam da segurança das cidades e das fronteiras. São acompanhantes, exploradores, meteorologistas, sentinelas, e guarda-costas dos roedores comuns. Para Saxon, Kenzie e Lieam e os outros pequenos guardiões o dia-a-dia é uma aventura cheia de perigos...
 RECOMENDADO PELA ASSOCIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS AMERICANAS



Disponível na sala de leitura!!


III - MINHAS ASSOMBRAÇÕES
Angela Lago

Quem não tem assombrações daquelas que não conta pra ninguém, 
mas de repente se pega pensando nelas e morrendo de medo? 
Este livro é cheio de assombrações verdadeiras.





Ao tratar da inveja, ciúmes, mortes e fantasmas com humor e ironia, a autora desmistifica aspectos não tão nobres, mas totalmente humanos, da vida e da personalidade de todos nós. 

                                                   QUER SABER MAIS?

                                                   Procure a sala de leitura





                                                    IV - HISTÓRIAS PARA NÃO DORMIR




Monstros, fantasmas, acontecimentos sobrenaturais, psicopatas, medo do escuro.
Esta coletânea reúne alguns atores do gênero e apresenta contos capazes de tirar o sono de alguém por muito tempo.



                                                              v- DIÁRIO DA JULIETA
                                                                            Ziraldo

O livro traz uma coletânea de quinze histórias em quadrinhos, todas comentadas pela própria Menina Maluquinha nas páginas de seu diário. 
Assim, dá para saber como foi que Julieta ganhou seu primeiro sutiã; decidiu trocar seu gato Romeu; quis fazer uma tatuagem e quando resolveu dar aulas de dança para a amiga Carolina, entre muitas outras.



                                       

25 DE JULHO - DIA DO ESCRITOR

THALITA REBOUÇAS

 
Há algumas semanas, Thalita Rebouças alcançou uma marca impressionante a que poucos escritores brasileiros chegaram: um milhão de livros vendidos . Autora da série "FALA SÉRIO", sobre o universo adolescente, ela conquistou um montão de fãs no Brasil e até em outros países.

"___ Sempre gostei de inventar histórias.desde pequena sou do tipo que conta um conto aumentando um ponto. Ou vários. Escrevi vários livrinhos quando tinha 10, 11 anos, e sempre tive diários. Mas só com 25 anos tive coragem para lançar o primeiro livro. Não parei mais."

Para você que tem o sonho de, como Thalita, escrever seus próprios livros, ela dá uma dica:

"___ Leia muito. Sempre. Quanto mais a gente lê, melhor escreve."

Em comemoração ao DIA DO ESCRITOR,  Thalita Rebouças  criou  um conto exclusivo para o Globinho. Boa leitura!




Um dia  inesquecível
por Thalita Rebouças
       

Domingo nublado, dia perfeito para se esparramar no sofá e esperar o FlaXFlu. Acordei, confeço,  já sonhando como meu Fluzão, que certamente ganharia de lavada dos rubro-negros. Ô, dia feliz.
­­_____ Pai, vamos visitar a Bienal do Livro?  - pediu Malu, a minha primogênita.
_____ Não, querida. Hoje é dia de jogo. Fala com a mamãe. Isso é coisa pra mamãe.
_____ Mamãe uma ova! Tá louco! É coisa para a mamãe, para o papai e para os queridos irmãos. Programa para a família toda. TO-DA! – esbravejou Angela Cristina, minha sempre doce esposa
A família toda naquela feira lotada? Uma criança de oito anos, outra de seis e uma de cinco andando por aqueles intermináveis pavilhões? E o meu jogo?
_____  Armando, o jogo é à tarde, dá tempo de ir à Bienal e voltar pra ver essa porcaria – disse Angela.
_____  Na boa, pai ver o jogo pra quê?! O Flamengo ganha sempre, você precisa se acostumar.
____Malu, meu amor, quando a gente não é Flamengo, a gente torce contra. Papai já não explicou mil vezes?
____  Mas eu gosto do meu time, o Botafogo e do Flamengo.
____ Não    existe isso, Malu! __ gritei, sem paciência para tamanha falta de cultura futebolística. Tadinha, ela era só uma pirralha de oito anos. Como é difícil ser pai – Não, não chora, vem cá, o papai é um idiota mas te ama tanto... Desculpa...
____ Desculpo só se você for pra Bienal comigo.
Droga! Criança esperta!
____ Tá bom. Mas às quatro eu tenho que estar em casa hein?
____  Ebaaaaa!!!  __  gritou a minha menina.
Levamos mais ou menos uma hora e meia para sair de casa (mulheres demoram pra se arrumar desde pequenas). Pegamos o trânsito para ir, engarrafamento no estacionamento, fila para comprar, fila para entrar. E ainda dizem que brasileiro não lê. Tá bom!
Os meus filhos ficaram boquiabertos diante de tantos livros. Deu orgulho.
___ Quero este, este, este aqui também! __ gritavam os três, sem parar, já no primeiro estande que visitamos.
Deu pena do meu bolso, mas tudo bem. Gastar com livros dá muito mais prazer do que gastar com joguinhos, equipamentos eletrônicos  e afins.
___ Todo mundo já comprou tudo o que   queria? __ perguntou Malu, depois de uma hora.
___ Acho que sim, por quê? __ Quis saber Angela Cristina.
___ Porque chegou a hora de ver o Ziraldo. Vamos?
Ah, que graça. A Malu estava encantada com o Menino Maluquinho. Ela tinha adorado o livro do personagem com a panela na cabeça. Não via a hora de conhecer o escritor que inventara o tal menino. Quase chorei.
Fomos ao estande onde Ziraldo autografava e quase chorei de novo. A fila estava grande, dava voltas. Centenas de pessoas esperavam por uma assinatura do pai do Maluquinho.
___ Filha, Você não vai querer entrar nessa fila gigante, né?Hoje tem jogo, jogo importante! E essa fila vai durar umas duas horas, no mínimo!
___ Mas eu quero falar com ele!
___ Hoje não vai dar. A gente passa na frente dele, papai levanta você, e você dá tchau. Combinado!
___ Não! Eu preciso falar com ele!
___ Falar o quê? O que você acha que tem pra falar com Ziraldo?
___ Buáááá!
___ Armando! Olha o que você fez! Fila com choro ninguém merece! __ brigou Angela Cristina já se encaminhando com a prole para a fila quilométrica.
Tremi, suei frio. Eu não podia perder o jogo. Era importantíssimo!
Mas o que a gente não faz pelos filhos?
Ficamos na fila por duas horas e trinta e sete minutos. Eu estava exausto, já sem esperança de ver o jogo e, admito, com um pouco de ciúme do Ziraldo. Afinal , mesmo sem nunca tê-lo visto pessoalmente, Malu nutria por ele um amor quase incondicional.
Chegou a hora. Os olhinhos da minha filhota brilharam ao ver de perto aquele senhor simpático, de colete colorido e cabecinha branca. Ela estava tão feliz. Tão feliz...
___ Realizei meu sonho __ comemorou, depois de ganhar   autógrafo e beijo do seu escritor preferido __Vamos para casa ver o jogo, papai?
___ Jogo? Que jogo? __ brinquei, ainda extasiado com a alegria que havia proporcionado para minha filha.
___ Desistiu do jogo? Ebaaa! Então vamos ver a Ana Maria Machado, ela está aqui também!  __  berrou Malu empolgada que só ela.
___ Depois vamos ver o Pedro Bandeira.
___ Esse eu não conheço, mamãe.
___ Mas vai conhecer. E vai se encantar  __ adiantei.
No dia seguinte,  cheguei cedo ao trabalho.
___ Como foi o seu domingo? __ perguntei a um colega na redação do jornal em que eu trabalhava.
 ___ Uma lástima! Fui a um show de banda pop. Gastei dinheiro, peguei fila, aturei gritos histéricos e ouvi música ruim. Muita música ruim. E o seu? Viu o FLAXFLU?
___ Que nada! Passei a tarde com meus filhos na Bienal do Livro. E descobri que eles não idolatram bandas, muito menos artistas de tevê. Os ídolos deles são escritores __ disse todo orgulhoso __ Quer coisa melhor que isso?




Fonte:  Globinho - 23.07.2011

sábado, 23 de julho de 2011

A MARCA DE UMA LÁGRIMA - Li e recomendo




“Li o livro A MARCA DE UMA LÁGRIMA, de Pedro Bandeira da Editora Moderna  e achei maravilhoso..
Conta uma história emocionante sobre uma menina  chamada Isabel que se apaixona pelo primo  mas ele acaba se apaixonando por Rosana,  a melhor  amiga de Isabel.
Além  de ter a diretora de sua escola morta, a menina se vê no meio de um crime, de um suposto suicídio.
Esse livro é tão bom que  quando eu comecei a ler  não conseguia parar.”
         Paloma Gomes Silva – Turma 1903/2011

Um pouco sobre A Marca de uma Lágrima


A MARCA DE UMA LÁGRIMA -  
            Pedro Bandeira            


       



A obra de Pedro Bandeira, A marca de uma lágrima, conta a história de Isabel, 


uma jovem estudante de 14 anos, que se acha feia, será mesmo? 


Isabel é uma garota bastante esperta que enfrenta problemas


 relacionados a juventude, o que chama a atenção em Isabel é que ela 


sempre tem uma resposta  para tudo. 


Na obra, a historia de Isabel começa quando ela é convidada para ir a festa, de 

seu primo, Cristiano.  Isabel não via Cristiano desde crianças, nem imaginara, 

nem queria imaginar como ele estava.  

Por sua vontade não iria a festa mas sobre a insistencia de sua mãe, 

Isabel foi.  

Ela chamou sua melhor amiga Rosana,para ir junto com ela. 

Rosana, chegou a casa de Isabel linda.

Rosana era incrivelmente linda e  Isabel sentia-se humilhada diante de Rosana. 

Na festa Isabel conhece e se apaixona por Cristiano, ele a cumprimenta e 

vai para  perto de  Rosana.

Por toda a festa Rosana e Cristiano não se largaram isso deixou Isabel péssima,

ela bebia tudo o que via, uma hora ela foi para o jardim, estava na penumbra 

sozinha e ...

                                                                       QUER SABER MAIS?

Procure o livro na sala de leitura!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A importância de estar sempre lendo



 "Em muitas ocasiões a leitura de um livro fez a fortuna de um homem, decidindo o curso de sua vida."
                                                                         Ralph Waldo Emerson


     
Isso exatamente aconteceu, pois sem estudo e dedicação não podemos crescer intelectualmente. 

Pense nisso:

Ler ajuda a exercitar sua mente; abri-la   para novos conhecimentos, novas  palavras, mais imaginação e criatividade!



A bruxinha que era boa- Li e recomendo

A BRUXINTHA QUE ERA BOA E OUTRAS PEÇAS
Maria Clara Machado




                                



 " O livro a Bruxinha que era boa apresenta várias peças teatrais e dentre elas gostei muito do “Patinho Feio” Eu sei que muitas pessoas conhecem a história mas o livro apresenta a história de uma forma diferente. Você se sente dentro de uma  peça teatral." 


Allana Carla Silva Gomes Turma 1701 /2011

Resenha:        A Bruxinha que Era Boa
                                                  de Maria Clara Machado 


A peça infantil conta a história da Bruxinha Ângela, uma bruxinha diferente das outras que freqüentam a Escola de Maldades da Floresta e que estão sendo preparadas para serem as piores-melhores bruxas e assim ganhar a tão sonhada vassoura a jacto. 
Caolha, Fredegunda, juntamente com Ângela serão avaliadas pelo Bruxo Belzebu Terceiro que escolherá a pior bruxinha de todas. 
Porém nem os conselhos e ensinamentos da Bruxa-Chefe ajudam a Bruxinha Ângela a ser uma excelente aluna e como castigo ela é presa na Torre de Piche. 
É nessa hora que ela conhece Pedrinho, um jovem lenhador que não se assusta com a aparência da Bruxinha Ângela e a ajuda a fugir do castigo e ganhar a tão sonhada vassoura à jacto.

A peça tem como princípio não julgar uma pessoa sem realmente conhecê-la e Pedrinho faz jus ao ditado de não julgar o livro pela capa e sem olhar para o exterior da Bruxinha 
Ângela ele vê o interior e descobre, que essa bruxinha em sua frente, não é ruim, e sim uma bruxinha boa... é quando ele a nomeia de “A Bruxinha que Era Boa”.
                  
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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Anne Frank - Li e recomendo




"Eu li e recomendo a leitura do livro ANNE FRANK", de Josephine Poole e Angela Barret  porque  é comovente.
Foi o melhor livro que eu li  em toda a minha vida.
A leitura nos faz imaginar o  terror que os judeus passaram na época do holocausto. Anne e seus pais eram judeus e por isso foram perseguidos e levados a um  campo de concentração, na Alemanha . Adolf Hitler era o ditador nessa época e  odiava os judeus.
Já indiquei a leitura desse livro para algumas pessoas e todas elas gostaram muito."
             Maria Helena da Costa Noé, aluna da turma 1903

Um pouco sobre Anne Frank

                                         Retrato da adolescente Anne Frank, vítima e testemunha do holocausto


Em 3 de abril de 1946, o mundo conheceu a tragédia de Anne Frank, que se tornou um dos símbolos do holocausto: artigo intitulado Kinderstem ("A voz de uma criança") publicado no jornal holandês Het Parool contava trechos do diário da menina que havia sido morta em campo de concentração.

Anne nasceu na Alemanha em 1929. Seu verdadeiro nome era Annelies Marie, mas todos em sua família a chamavam carinhosamente de "Anne". Ela era a segunda filha do casal Otto e Edith Frank. Sua irmã, Margot, era quatro anos mais velha.

As filhas do casal foram matriculadas em escolas locais, onde se saíram muito bem nos estudos: Margot demonstrava maior aptidão para matemática, enquanto Anne demonstrava maior interesse em leitura e redação.

No dia 12 de junho de 1942, quando completou 13 anos, Anne Frank ganhou de presente de seu pai um livro. Esse livro era o mesmo que estava na vitrine de uma loja em que ela e o pai passaram e que havia lhe chamado a atenção. Embora fosse um livro para autógrafos, Anne começou a usá-lo como diário quase que imediatamente.Nele, a jovem começou a registrar fatos corriqueiros na vida de qualquer adolescente. Pouco a pouco, Anne começou a registrar com freqüência cada vez maior as dificuldades enfrentadas pelos judeus por causa da ocupação nazista.
                                   Quer saber mais?
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